REGIMENTO DOS ACÓLITOS (ATIVOS)
Paróquia Nossa Senhora do Rosário – Castro/PR
(Adaptado ao Diretório Diocesano dos Servidores do Altar – Diocese de Ponta Grossa)
Apresentação
Ser acólito é um serviço litúrgico e um caminho de fé. Não se trata apenas de “ajudar na missa”, mas de servir ao altar com reverência, disciplina e testemunho cristão.
Este regimento destina-se aos acólitos já investidos e ativos, e tem como objetivo organizar o serviço, favorecer a unidade e garantir a dignidade das celebrações, em comunhão com o pároco e com as normas da Diocese.
I. Do Compromisso do Acólito
O acólito assume livremente o compromisso de:
- Servir com zelo, respeito e responsabilidade;
- Participar assiduamente da Santa Missa dominical;
- Cumprir as escalas estabelecidas pela coordenação.
Estar no grupo de acólitos não é automático nem permanente: é uma escolha que exige fidelidade.
II. Da Presença e da Escala
- O acólito deve chegar com no mínimo 30 minutos de antecedência;
- O acólito escalado deve comparecer;
- Em caso de impossibilidade, avisar com antecedência e justificar;
- Avisos feitos em cima da hora, sem motivo plausível, serão registrados.
A reincidência de faltas poderá levar à:
- Advertência;
- Afastamento temporário;
- Avaliação de permanência no grupo, com ciência do pároco.
III. Da Vestimenta e Postura
O acólito deve zelar pela dignidade do espaço sagrado:
- Calçado fechado e escuro;
- Roupas discretas por baixo da túnica;
- Cabelos presos (para quem os possui compridos);
- Higiene pessoal adequada.
Não é permitido:
- Bermudas, chinelos ou roupas chamativas;
- Acessórios excessivos;
- Uso de celular durante a celebração;
- Cruz peitoral, escapulários ou broches por cima da veste.
👉 Exceção: o broche de São Tarcísio poderá ser usado somente em procissões ou em momentos determinados pela coordenação.
IV. Do Comportamento no Altar
- Manter silêncio, atenção e postura orante;
- Evitar conversas, risadas ou gestos desnecessários;
- Movimentar-se com simplicidade e discrição;
- Respeitar sacerdotes, diáconos, coordenadores e demais ministros.
V. Da Formação
- A participação nas formações é obrigatória, inclusive para acólitos experientes;
- A ausência sem justificativa será considerada falta de compromisso;
- A coordenação, com aprovação do pároco, poderá avaliar a permanência do acólito.
VI. Da Avaliação e Permanência
A coordenação paroquial tem autonomia para avaliar:
- Presença nas escalas;
- Participação nas formações;
- Postura e testemunho cristão.
O acólito que não demonstrar compromisso poderá ser convidado a reavaliar sua permanência ou a migrar para outro serviço pastoral.
Este regimento está em conformidade com o Diretório Diocesano dos Servidores do Altar
e entra em vigor após ciência do pároco.

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